O jardim e a quinta
Uma coleção de camélias que ninguém quis deitar fora
Em 1931, o botânico Henrique de Vasconcelos regressou do Brasil e comprou uma quinta ao abandono na encosta norte da serra. O que o interessava não era a casa, meio caída, mas as camélias centenárias que ainda resistiam no meio das silvas. Passou quinze anos a recuperá-las, planta a planta.
A família manteve o terreno, e em 1964 abriu ao público a primeira casa de hóspedes. Hoje há 96 quartos espalhados pela quinta, mas o jardim continua a mandar: poda-se ao ritmo das estações e não ao contrário. Em fevereiro e março, quando as camélias abrem, o cheiro chega ao átrio.
Camélias e fetos arbóreos
Estufa e roseiral
Vale e miradouro
Henrique de Vasconcelos
Fundador · botânico · Sintra, 1931